
Estou novamente blogando, é maravilhoso poder publicar esses textos que escrevi no relatório de estágio com a pré-escola realizado em 2007.
Espero que gostem.
O objetivo deste texto é abordar questões que permitem refletir sobre o brincar na Educação Infantil. Brincar é uma realidade cotidiana na vida das crianças, e para que elas brinquem é suficiente que não sejam impedidas de exercitar sua imaginação. A imaginação é um instrumento que permite às crianças relacionar seus interesses e suas necessidades com a realidade de um mundo que pouco conhecem; é o meio que possuem para interagir com o universo dos adultos, universo que já existia quando elas nasceram e que só aos poucos poderão compreender. A brincadeira expressa a forma como uma criança reflete, ordena, desorganiza, destrói e reconstrói o mundo a sua maneira. É também um espaço onde a criança pode expressar de modo simbólico suas fantasias, seus desejos, medos e sentimentos agressivos e os conhecimentos que vai construindo das experiências que vive.
Para Vygotsky (1989, p. 106), “a criança pequena necessita satisfazer os seus desejos imediatamente. Quando isso não é possível, ela busca realizá-los em sua imaginação, como o faz-de-conta. É por intermédio do brincar que a criança compreende seu grupo e sua cultura, constrói significados e elabora interpretações das diversas realidades”.
Ao referir-se especificamente à brincadeira do faz-de-conta, o autor afirma a importância do brinquedo e seu papel no desenvolvimento, uma vez que o mesmo favorece uma situação de transição entre a ação da criança com objetos concretos e suas ações com significados. Tanto pela situação imaginária, como pela definição de regras específicas, o brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança. Ao brincar, a criança comporta-se de forma mais avançada do que nas atividades da vida real.
Uma criança pequena, ao brincar com roupas, calçados e utensílios de adultos, poderá sentir-se grande ao imitar o pai indo para o trabalho, a mãe saindo para uma festa, ou seja, ao penetrar num mundo onde ela pode realizar essas coisas que seu pequeno tamanho impede de fazer.
Escrito por Jaldete Flores às 14h51
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Brincando, a criança coloca fatos reais acontecidos no cotidiano da família e da escola e é capaz de na brincadeira tomar sérias decisões, revivendo situações. A imaginação (jogo simbólico, fantasia) é a sua maneira de aprender sobre coisas e pessoas.
O brincar e a brincadeira não devem ser vistos apenas como uma atividade determinada, mas também como uma finalidade da relação que a criança estabelece com os objetos de seu universo de interesse, entre eles a experiência cultural e o mundo externo que o circunda, possibilitando a abertura de um campo onde os aspectos da subjetividade se encontram com os elementos da realidade externa, possibilitando uma experiência criativa com o conhecimento.
Segundo Oliveira (2002, p. 160), “a brincadeira favorece o equilíbrio afetivo da criança e contribui para o processo de apropriação de signos sociais. Cria condições para uma transformação significativa da consciência infantil, por exigir das crianças formas mais complexas de relacionamento com o mundo”.

Portanto o brincar deve ser visto como instrumento enriquecedor no processo de desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo. Esse brincar complementa de forma prática as necessidades da criança (observando a sua faixa etária), em se movimentar, interagir com o meio, perceber seu espaço assim como o ambiente em que está inserida.
A escola não é um local como outro qualquer; ela é uma instituição que tem como objetivo possibilitar ao educando a aquisição do conhecimento formal e o desenvolvimento dos processos do pensamento. É nela que a criança aprende a forma de se relacionar com o próprio conhecimento.
De acordo com esse enfoque, a Educação Infantil tem a função de promover a construção de conhecimentos e a utilização do brincar como recurso pedagógico tem de ser vista, primeiramente, com cautela e clareza. Brincar é uma atividade essencialmente lúdica, ao professor cabe, então, tendo em vista a compreensão e o conhecimento da evolução das crianças, pensar que tipo de atividade propor, isto é, saber o que as crianças podem desenvolver com a atividade proposta, prevendo a ocupação do espaço e o limite do tempo, de acordo com a natureza da própria atividade, permitindo a realização dos movimentos em sua amplitude.
REFERÊNCIAS:
BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 7ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
BITTENCOURT, Aline Duran da S. de. Agressividade. In: Revista do Professor. Porto Alegre: CPOEC, v. 20, nº 77, jan./mar. 2004, p.45-47.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação infantil. Brasília MEC/ SEF, 1998. 1 v.
Escrito por Jaldete Flores às 14h47
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OLÁ, É COM MUITO PRAZER QUE RETORNO, PEÇO DESCULPAS MAS, FINAL DE SEMESTRE É FOGO, TRABALHOS NA FACULDADE, NA ESCOLA...
ENTÃO É NATAL...

E o que você fez? O ano termina
E nasce outra vez! Então é Natal! A festa cristã Do velho e do novo,
Do amor como um todo!
E então é Natal Pro enfermo e pro são Pro rico e pro pobre
Num só coração! Então, bom Natal Pro branco e pro negro, Amarelo e vermelho,
Pra paz, afinal!... Então, bom Natal! E um Ano Novo também! Que seja feliz quem
Souber o que é o Bem...
Desejo à vocês um Feliz Natal e um PRÓSPERO ANO NOVO!!!
Escrito por Jaldete Flores às 09h16
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A AGRESSIVIDADE NA PRÉ-ESCOLA

Através de experiências vivenciadas em um estágio, percebi que a agressividade infantil é um tema bastante comum e nos faz pensar, analisar e tentar reverter essa situação. Por que nos deparamos com situações desse tipo? De que forma podemos buscar soluções para que a agressividade não tenha uma continuidade além da pré-escola? Mas para isso, é necessário sabermos o que é agressividade, como podemos ajudar essa criança e que fatores estimulam a agressão.
A agressividade é uma força instintiva que, como outras, é inata em todos os seres humanos. A criança, especialmente, expressa tudo o que é mais essencial do ser humano, uma vez que ela ainda não completou o seu amadurecimento afetivo e intelectual, ou seja, ainda não possui recursos próprios para se relacionar com o mundo.
Como refere Train: (apud BITTENCOURT, 2004, p. 45) “se nascêssemos sem agressividade, seriamos incapazes de sobreviver durante os primeiros estágios de vida e, posteriormente, não poderíamos progredir em nosso desenvolvimento”.
Portanto, a agressividade é parte integrante do desenvolvimento social da criança e se faz necessária para a sobrevivência desde o nascimento. No entanto, a maneira de reagir frente à agressividade varia entre as pessoas, principalmente quando falamos de crianças agressivas.
Escrito por deteflores às 08h01
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Para Winnicot: (apud BITTENCOURT, 2004, p. 45) “a agressão pode ter dois significados: ‘reação à frustração ou fonte de energia do indivíduo’”. Geralmente, atos agressivos não são fundamentados na raiva, mas sim, como desvios de outros sentimentos como mágoa, insegurança, falta de amor, etc, e é devido ao fato da criança não saber como lidar com eles que ela se expressa através de atos agressivos. A agressividade não é um traço da personalidade porque as crianças não são agressivas, é o momento que as faz agressiva.
Conforme Train, (apud BITTENCOURT, 2004, p. 47) “a família é, essencialmente, um sofisticado conjunto de interações que tende a intensificar qualquer elemento da agressividade ou outra emoção na sua dinâmica”.
De acordo com esse enfoque, é interessante analisar os padrões de interação familiar que afetam inevitavelmente a segurança da criança, eles englobam o tom emocional da família, a responsabilidade dos pais em relação à criança, o exercício do controle, a quantidade e a qualidade da comunicação.
Segundo Bee (1986), "a ligação afetiva básica com os pais e amigos é um aspecto importante no desenvolvimento da criança, porém nem tudo é doçura e suavidade, as crianças também mostram agressividade. É importante analisar este aspecto do relacionamento interpessoal."
Escrito por deteflores às 07h54
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A família é a base da estrutura emocional dos filhos, portanto, pais desestruturados emocionalmente influenciam no comportamento agressivo dos filhos, que manifestará consequentemente sua agressividade com os colegas, no espaço escolar.
É fundamental que durante esses desafios o professor tenha um comportamento acolhedor, não excluindo o aluno agressor do grupo, ou até mesmo manifestando punições. Cabe a ele, proporcionar relações de interação com os colegas, estabelecendo vínculos de cooperação e solidariedade, não assumindo uma postura de juiz, e sim, a de mediador do conflito.
A colaboração dos pais e professor é essencial no acompanhamento conjunto dos progressos que essa criança obtenha. Esse processo envolve avanços e retrocessos e cabe ao professor criar situações educativas que, dentro dos limites impostos pela vivência em coletividade, cada criança seja respeitada em seus hábitos, ritmos e preferências individuais, favorecendo assim, a autoconfiança desses alunos.
Escrito por deteflores às 07h53
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Dessa maneira o cuidar e o educar se apresentam de forma indissociável no processo de construção do conhecimento na Educação Infantil.
Educar significa, portanto, propiciar situações de cuidado, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança e o acesso, pelas crianças ao conhecimento mais amplo da realidade social e cultura. (BRASIL, 1998, vol. 1, p. 23).
Dentro desse contexto social que vivemos, podemos ver que além da família, a escola tem papel fundamental na inserção de valores na vida das crianças, atitudes e conhecimentos necessários ao seu caráter, trazendo princípios que fundamentam a boa convivência, o respeito ao próximo e a si mesmo, a disciplina, a solidariedade, objetivando assim contribuir para o seu crescimento como pessoa ética, segura, humana, realizada e feliz.
(Análise teórica de prática pedagógica no estágio com Pré-Escola).
REFERÊNCIAS:
BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 7ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
BITTENCOURT, Aline Duran da S. de. Agressividade. In: Revista do Professor. Porto Alegre: CPOEC, v. 20, nº 77, jan./mar. 2004, p.45-47.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação infantil. Brasília MEC/ SEF, 1998. 1 v.
Escrito por deteflores às 07h53
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Aula 6

Hoje faremos um turismo pela América do Sul. O continente em que vivemos pode ser surpreendente!

Utilize este site para as próximas tarefas:
http://www.sergiosakall.com.br/americano/entrada.americana.html

1) Encontre o Brasil, clique em cima da estrela e descubra qual a colocação de Porto Alegre na classificação das maiores cidades do país.
2) Clique na estrela da Colômbia e encontre o nome de sua capital.
3) Na Argentina, descubra quais os idiomas são lá falados além do espanhol.
Poste cada resposta no comentário.
Escrito por deteflores às 09h58
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Ao visitar o próximo site, vá ao final da página, clique em acessar área de geografia, depois em Floresta Amazônica, leia o texto e deixe como comentário o que mais lhe preocupou entre os problemas.
http://www.suapesquisa.com/geografia/america_do_sul.htm
Como atividade final, entre neste site, clique em jogos, depois quebra-cabeça Américas, América do Sul, e a ordem é se divertir!!!
http://www.cambito.com.br/
Escrito por deteflores às 09h58
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Olá amigos e amigas! 
Hoje vamos falar sobre as FESTAS JUNINAS...
→ Clique no site a baixo. Após a leitura comente sobre do que trata o texto.
http://www.rosanevolpatto.trd.br/festajunina.htm
→Poste sua resposta: Qual a relação do fogo com as festas juninas?
Agora... vamos descontrair um pouquinho???!!!!!
Ao abrir este site você vai se divertir muito!! Aproveite!!!
http://smartkids.terra.com.br/especiais/junina.html
Escrito por deteflores às 08h18
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Aula 5
Nosso planeta está pedindo socorro.
Estamos vivendo em uma época de cuidados com o meio ambiente,
para isso precisamos sensibilizar as pessoas quanto aos cuidados
que devemos ter com a natureza e o lugar em que vivemos.
Portanto, nossa aula de hoje é bem legal.
Vamos aprender um pouco sobre reciclagem.?
Vamos trabalhar para salvá-lo.
Vá até o site abaixo e descubra o
que você pode fazer.
http://www.institutogea.org.br/
Agora que você já tem mais conhecimento,
Poste aqui três cuidados que devemos ter com
materiais poluentes.
Escrito por deteflores às 08h17
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Ok! Tarefa cumprida vamos brincar?
E aprender mais entre nos sites abaixo
E divirta-se
http://www.chamequinho.com.br/index.cfm?fuseaction=home.Conteudo&id_cat=2
http://web.educom.pt/escolovar/ambiente_reciclar.htm

Agora poste um comentário do que
você aprendeu nestes sites
Vamos para a prática?
A partir de agora adote
alguns hábitos que possam
ajudar nosso planeta comece pela sua casa
separando o lixo, reciclando latas e papel e todo o tipo
de material que seja prejudicial ao meio ambiente.
Chegou à hora da diversão! É só clicar.
http://web.educom.pt/escolovar/ambiente_reciclar.htm
Faça uma grande corrente convide seus amigos
e saia pelo seu bairro conscientizando as pessoas .
Depois poste aqui os resultados de seu trabalho
e de seus amigos .
Até breve! BOM TRABALHO!
Escrito por deteflores às 08h13
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Aula 4
Hoje, nossa aula é sobre o descobrimento do Brasil, um assunto muito interessante.
Então vamos lá e divirtam-se.

Depois de 44 dias de viagem, a frota de Pedro Álvares Cabral vislumbrava terra - mais com alívio e prazer do que com surpresa ou espanto.
Na terça-feira à tarde, foram os grandes emaranhados de "ervas compridas a que os mareantes dão o nome de rabo-de-asno." Surgiram flutuando ao lado das naus e sumiram no horizonte. Na quarta-feira pela manhã, o vôo dos fura-buchos, uma espécie de gaivota, rompeu o silêncio dos mares e dos céus, reafirmando a certeza de que a terra se encontrava próxima. Ao entardecer, silhuetados contra o fulgor do crepúsculo, delinearam-se os contornos arredondados de "um grande monte", cercado por terras planas, vestidas de um arvoredo denso e majestoso.
Clique no site para saber mais:
http://www.historiadobrasil.net/descobrimento/
Escrito por deteflores às 15h38
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Escrito por deteflores às 15h25
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Os índios foram os primeiros habitantes do Brasil.

O processo de colonização levou à extinção muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, seja pela ação das armas, seja em decorrência do contágio por doenças trazidas dos países distantes, ou, ainda, pela aplicação de políticas visando à "assimilação" dos índios à nova sociedade implantada, com forte influência européia.
Embora não se saiba exatamente quantas sociedades indígenas existiam no Brasil à época da chegada dos europeus, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo, que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos.
"Todo dia era dia de Índio, mas agora ele só tem o dia dezenove de abril" (Baby Cunsuelo)
Os versos acima são parte de uma canção que traduz atual problemática indígena. Ela expressa a liberdade dos habitantes de terras brasileira antes da chegada dos europeus e como, com o passar dos tempos, essas populações nativas acabaram por perder grande parte do que possuíam. Assim só restou ao índio uma comemoração simbólica no dia dezenove de abril.
Comente: De que forma podemos comemorar o dia do índio? Você já viu ou ouviu alguém falar sobre a situação em que os índios se encontram atualmente?
Se você quer saber mais sobre o povo indígena acesse o site abaixo:
http://www.funai.gov.br/indios/conteudo.htm
Escrito por deteflores às 15h24
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